"Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim." Chico Xavier "Não somos seres humanos vivendo uma experiência espiritual, somos seres espirituais vivendo uma experiência humana." Teilhard de Chardin "Amar sem esperar ser amado e sem aguardar recompensa alguma. Amar sempre." Chico Xavier "Para ser feliz, confia em Deus ... Não fujas da simplicidade ... Guarda o coração sem ressentimento ... Cria esperança e otimismo onde estiveres ... Faz todo o bem que puderes em favor dos outros sem pedir remuneração ... Auxilia muito, espera pouco, serve sempre ... Espalha felicidade no caminho alheio quando seja possível." Emmanuel "Cada ato de agressividade que ocorre neste mundo tem como origem básica uma criatura que ainda não aprendeu a amar." - "Carmas são estruturados não somente sobre nossos feitos e atitudes, mas também sobre nossas sentenças e juízos, críticas e opiniões." - "Somos nós mesmos que nos iludimos, por querer que as criaturas dêem o que não podem e que ajam como imaginamos que devam agir." - "O resultado do medo em nossas vidas será a perda do nosso poder de pensar e agir com espontaneidade." - "Em verdade, viciados são todos aqueles que se enfraqueceram diante da vida e se refugiaram na dependência de pessoas ou substâncias." - "A intensa motivação que invade os indivíduos para serem amados e queridos a qualquer preço nasce das dúvidas íntimas sobre si mesmos." - "O invejoso é inseguro e supersensível, irritadiço e desconfiado, observador minuncioso e detetive da vida alheia até a exaustão, sempre armado e alerta contra tudo e todos." Livro: As Dores da Alma (Francisco do Espírito Santo Neto, espírito Hammed)

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

21 de Setembro - Dia do Radialista



A primeira emissora de rádio no Brasil foi fundada em 20 de abril de 1923, tendo como fundador Edgar Roquete Pinto, na Academia Brasileira de Ciências, a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro, com o prefixo PRA-A. Logo depois veio a Rádio Clube do Brasil PRA-B, fundada por Elba Dias.

Em São Paulo/SP, a primeira Emissora foi a EDUCADORA PAULISTA, fundada em 1924, e em Belo Horizonte, a primeira rádio foi a RÁDIO MINEIRA, fundada em 30 de maio de 1936.

Hoje, lamentavelmente, fora do ar. Mas, a primeira transmissão do Rádio foi no dia 07 de setembro de 1922, durante a exposição comemorativa do centenário da independência. O discurso do então Presidente da República, Epitácio Pessoa, além de ser ouvido no recinto da exposição, chegou também em Niterói, Petrópolis e São Paulo, graças à instalação de uma retransmissora no Corcovado e de aparelhos de recepção nesses locais. Hoje são milhares de rádios espalhadas pelo país, levando alegria , entretenimento e informação para um Brasil de audiência, e principalmente ao ouvinte que sempre fez do Rádio, seu grande companheiro.

Sobre o Radialista

LEI Nº 11.327, de 24 de julho de 2006
Institui o Dia do Radialista.


O PRESIDENTE DA REPÚBLICA
Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:


Art. 1º Fica instituído, no calendário das efemérides nacionais, o Dia do Radialista, a ser comemorado no dia 7 de novembro, data natalícia do compositor, músico e radialista Ary Barroso.

Art. 2º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Bras ília, 24 de julho de 2006; 185º da Independência e 118o da República.

LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
João Luiz Silva Ferreira
 


Na época, quando fundou a primeira emissora de Rádio do Brasil, não existiam escolas para formação de Radialistas. Foram os Radiamadores os primeiros locutores, por já possuírem experiência com microfones. Uma característica era fazer uma programação cultural, que consistia em música Erudita, conferência e palestras que não interessavam ao ouvinte. Na Era do Rádio, o grande astro era "Vital Fernandes da Silva", o "Nhõ Totico", que permaneceu no ar por 30 anos. O mais incrível é que nessa época ele apresentava dois programas ao vivo e totalmente improvisados. Nos dias de hoje, com um ouvinte mais exigente, o radialista precisa de muita técnica e ter um padrão que se identifique com cada emissora.

Mas o ponto em comum entre eles tem que ser o carisma. Dentro de cada Radialista existe um inexplicável sentimento de dedicação e o interesse pelo que faz. Só o idealismo não é o suficiente, existe a necessidade do talento. Com milhares de bons Radialistas espalhados pelo Brasil, o Rádio é hoje rico, oferecendo boas opções para aquele que merece todo o nosso respeito: o ouvinte. O Radialista é um sonhador, um apaixonado que faz parte do cotidiano das pessoas.


CRÉDITOS

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BRINCANDO DE RÁDIO

"Me lembro, como se fosse hoje, da primeira vez que entrei em uma emissora de rádio para fazer uma visita e conhecer o que para mim era um mundo totalmente desconhecido e alheio. Fiquei encantado com o que vi e logo tratei, com a curiosidade que me era peculiar em decorrência da pouca idade, de perguntar sobre tudo que me era apresentado. Naquele tempo, para mim, ser locutor era coisa muito difícil, pois só trabalhavam aquelas pessoas com mais idade e já experientes. Poucos eram os jovens que se metiam a querer ser locutor ou exercer outra atividade qualquer dentro de uma emissora de rádio.

Eu era moleque e nunca me imaginei trabalhando em rádio, pois este era um sonho de meu irmão, que andava para cima e para baixo com um monte de fitas K7 e um gravador em grupos de jovens da Igreja, que frequenta até hoje. Mas quis o destino que fosse justamente eu o radialista da família e muito por acaso. Havia recém-chegado da capital do Estado onde morava e fui conhecer a Rádio Baiana de Jequié (hoje Rádio Povo), atendendo convite de um amigo de meus pais que era funcionário desta emissora e lá ele e um outro amigo me incentivaram a aprender a ser contrarregra (como era chamados os operadores de áudio na época), que era o responsável por colocar as músicas no ar, colocar os comerciais e ainda abrir microfones para os locutores levarem suas mensagens ao ar. Quando recebi este convite na rádio, já tinha um rapaz que há meses estava aprendendo para ver se conseguia o emprego. Ele era irmão de dois funcionários da empresa e já saí em desvantagem nessa luta. Só minha curiosidade me deu vantagem nos poucos dias de aprendizado. Alguns meses se passaram e a pessoa que me incentivou a aprender ser contrarregra sofreu um acidente, vindo a falecer minutos depois, fato nunca esquecido por mim já que presenciei sua morte.

Com este lamentável acontecimento, o diretor da rádio sondou os funcionários para saber quem tinha mais condições de ser contratado: eu ou o irmão dos dois funcionários. Apesar da desvantagem, pois a outra pessoa tinha dois irmãos a seu favor, eu fui o escolhido pelos outros funcionários, que disseram que eu tinha mais desenvoltura e poderia ser contratado com tranquilidade o que aconteceu.

Com o passar do tempo fui aprendendo as coisas aos poucos e meu primeiro desafio veio com oito meses de rádio: fui designado para trabalhar em uma rádio que estava sendo aberta na cidade de Ipiaú, que eu nem sabia onde era. Topei o desafio de primeira e meses depois tive que começar a divulgar o endereço, prefixo e telefone da rádio, além de ter que a cada quinze minutos divulgar a hora certa. Para mim foi uma novidade, pois nunca havia falado em uma rádio, mas encarei.

Meses depois retornei a Jequié e fui escalado com um outro colega para transmitir o carnaval da Associação Cultural Jequiéense (ACJ), como operador de áudio. Porém, no segundo dia de transmissão, o colega passou mal e não pode ir trabalhar. Enfrentei o primeiro desafio na cidade ao ter que falar do citado clube. Fiquei com medo de levar vaia das pessoas que superlotavam as dependências da ACJ, em decorrência de nunca ter falado ao vivo como teria que fazer naquele momento, mas coloquei a cara no ponto e fui em frente. No dia seguinte, o diretor da rádio liberou o colega e eu tive que assumir ali os trabalhos até o final do carnaval, não só no clube, mas também na transmissão das ruas da cidade, no desfile dos blocos e dos trios.

Depois do carnaval passado, um outro colega que apresentava o programa de esportes me convidou para fazer parte da equipe e fazer o noticiário do campeonato baiano. Daquele dia em diante não parei mais. Sei que vários foram os telefonemas para a rádio criticando minha voz e que eu não deveria estar ali. Mas o tempo foi passando e fui conquistando o público e também o carinho dos companheiros que me deram muita força. Com pouco tempo já estava eu participando de cursos e seminários para trabalhadores de rádio e fui aos poucos me aperfeiçoando, ou tentando me aperfeiçoar, pois ninguém nunca atinge a perfeição.

Fui passando por rádios do interior e da capital e, aos poucos, adquirindo cada vez mais experiência. Veio o advento das FMs e com elas os locutores, que com suas vozes que mais pareciam que estavam trabalhando dentro de um robô, ou ele próprio como se fosse um robô, a qualidade do trabalho foi caindo e muitos nem sabem o ridículo a que estão sendo expostos nos dias de hoje e acham que são os melhores do mundo. Acabou a seriedade de se trabalhar em rádio. Estão fazendo da profissão de radialista uma área de mercantilismo, onde a maioria dos que se dizem profissionais estão envolvidos com a política ou com políticos, e se deixam levar por estes fazendo o que os senhores feudais donos ou diretores das emissoras querem que eles façam e acham que estão abafando.

Infelizmente o profissionalismo e a seriedade com que era tratado o rádio em Jequié foi caindo e hoje está numa situação degradante.

Temos visto pessoas, sem a menor qualificação, exercendo a atividade de radialistas como se fossem profissional do ramo. O surgimento das FMs e, ainda o crescente número de rádios piratas, que muitos ainda teimam em chamar de comunitárias, foi que a coisa ficou pior, qualquer um pode se tornar de um segundo para um minuto um locutor e já sai pelas ruas se achando a estrela de primeira grandeza.

Temos acompanhado alguns "picaretas" que vão a outras cidades e adquirem um certificado de radialista, desembolsando uma quantia até certo ponto alta, para poder satisfaze as necessidades dos que se acham os poderosos da cidade e, de posse do registro junto a Delegacia Regional do Trabalho (DRT) e com um emprego garantido ou um horário adquirido através dos pistolões, usam e abusam do poder que tem em mãos - que é o microfone -, e saem a denegrir a imagem de qualquer cidadão de bem e pra quem não lhes é dado o direito de se defender conforme determina a Lei da Comunicação.

Para que se tenha uma noção do que estou falando tem muitos que se acham "locutores" ou "profissionais" de rádio que saem dizendo que querem ter a carteirinha da DRT e não sabem nem o que significam estas três letrinhas, pois nunca procuraram saber e não tem o menor interesse em saber o significado delas. E o pior: vão continuar pelas ruas da cidade ou nos microfones da vida a dizer que ainda não conseguiram a carteirinha da DRT. Para quem não sabe, deixo aqui o significado destas letrinhas e que a carteirinha só existe na mente dos que nada ou pouco sabem.

O verdadeiro significado já foi escrito anteriormente, quer dizer: Delegacia Regional do Trabalho (DRT) e não existe carteirinha, a Delegacia faz na Carteira de Trabalho e Previdência Social, um registro onde classifica a profissão, com determinado número e, com isto, o trabalhador passa a ter a sua DRT, que nada mais é que um simples número regulamentando a profissão que exerce. Isto acontece para qualquer profissão e não apenas para o radialista. Todo e qualquer trabalhador sindicalizado tem este registro na Delegacia Regional do Trabalho.

Mas, voltando aos que se acham os maiorais do rádio, parem de brincar de fazer rádio! Os donos destas empresas, na maioria políticos, sem nenhum compromisso com a profissão, pois tem sua rádio apenas para servir como palanques diários e, disfarçados, colocam qualquer um não só para administrar a empresa, como também põe atrás dos microfones pessoas sem o menor escrúpulo para poder trabalhar.

Em muitos casos, temos visto pessoas que trocam os serviços por comida com donos de restaurante, bebidas com donos de bares e em muitos casos até trocas por ingressos para eventos que aconteçam na cidade. Em determinados casos quando eles não conseguem o que querem, entram no ar e passam a desmerecer aquele cidadão e a dizer que o estabelecimento de fulano de tal não serve, apenas por capricho e mesquinhez. Quando ocorre o período de campanha eleitoral é um verdadeiro Deus nos acuda, pois aqueles que só faltam vender a alma ao demônio tudo fazem para satisfazerem seus "chefes" sem se importarem com o dia seguinte.

Em muitos casos chegam até mesmo a atacar a honra de outros que estão trabalhando em emissoras concorrentes.

A situação do Rádio em Jequié está chegando a tal ponto que os ouvintes já sentem desprazer em ouvir determinadas emissoras em decorrência do que acontece no dia-a-dia, infelizmente volto a citar que o nosso rádio está perdendo cada dia mais a qualidade, está perdendo sua credibilidade, temos muitos que estão hoje por aí que dão uma notícia e, no afã de serem os primeiros, o fazem de maneira errada e depois voltam atrás na tentativa de
consertar o erro cometido.


Para concluir mais esta etapa da situação do rádio em Jequié relato a mais recente pérola: "Foi encontrado o corpo de uma jovem em determinado local da cidade, só não sabemos se o corpo está vivo ou morto". Isto é que é brincar com a inteligência do ouvinte."

Autor: Innaldo Sardinha 

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DIA DO RADIALISTA, COMEMORAR O QUÊ?...

"Em 21 de setembro comemora-se o dia da árvore e também dia do radialista, sincera e honestamente não sei se temos algo a comemorar neste dia. O homem vem acabando com as árvores na sua ambição de produzir e ter no bolso o seu dinheiro de forma legal e na maioria da vezes até ilegal, e nenhum deles pagam pelos crimes ambientais que cometem pois são protegidos pelas Leis ou por políticos que tem interesse em não vê-los atrás das grades pois perdem sua "boquinha". No setor profissional do rádio a situação ainda é pior, eu até ia me passando sem fazer pelo menos um pequeno registro neste humilde espaço deste dia que para alguns muito importantes, mas, para outros já não vale mais nada pela desvalorização a que estão levando a profissão de rádio e o próprio rádio em si. Tempos atrás quem era radialista batia no peito e tinha orgulho de dizer que era profissional do rádio, eram respeitados por todos e faziam por onde prevalecer este respeito.

Hoje a coisa está mudada e qualquer um se torna funcionário de rádio com a maior facilidade, mesmo que não saiba de onde começou e para onde vai o rádio. As maiorias destas empresas pertencem a grupos políticos que estão poucos interessados no bem estar da comunidade e numa empresa de qualidade, colocando em sua direção ou até mesmo para comandar programas qualquer um, sem nenhum preparo prévio e que só estão ali por serem "cupichas ou puxa sacos" dos senhores feudais donos das empresas de rádios.

Alguns destes proprietários esquecem que eles montam uma empresa de rádio e ela se torna de utilidade pública, querem manter a mesma como se fosse o quintal de sua casa ou sua fazenda onde pode tudo e os funcionários tem que se submeterem a qualquer tipo de mazelas, infelizmente ainda existem pessoas que gostam disto, serem humilhadas e pisoteadas por seus considerados "chefões" e ainda acham lindo, pisando naqueles que realmente fazem o dinheiro entrar nos bolsos destes donos de empresas de rádio.

São bem poucas as emissoras que pertencem a particulares e que deixam seus funcionários trabalharem à vontade e com responsabilidade, com isto ganha o apoio e prestigio de uma comunidade. Sincera e honestamente não sei se os verdadeiros radialistas e não os "picaretas" de plantão têm hoje o que comemorar, aqueles que caíram em uma emissora de rádio de pára-quedas até pode ter o que comemorar, mas os verdadeiros profissionais hoje devem querer esquecer que são radialistas de verdade. Fui lembrado pela passagem do dia através de um telefonema por uma pessoa a quem tenho grande admiração, por que se não fosse isto, a data passaria sem uma lembrança da minha parte como já aconteceu no passado e têm acontecido nos últimos anos. Junte a tudo que foi escrito no texto em que você ainda ler, as brigas internas entre os que trabalham em rádio e bradam aos quatro cantos do mundo que são profissionais quando na realidade não passam de simples "mercenas", tem ainda o virar a cara para o lado quando um de outra rádio passa por quem está em determinado local.

Refiro-me aqui a falta de união que existe na categoria, pois aqueles que hoje estão chegando não respeitam ou não querem respeitar os que já estão na profissão a muito tempo, se achando os melhores ou os verdadeiros pops stars, existem alguns destes elementos que hoje estão infiltrados no meio radiofônico por que o dono da rádio lhe deve um favor ou por que ele tem um bom padrinho, para entrar na área por baixo, mas bem por baixo mesmo da porta ou de uma janela. Alguns caem até de paraquedas e não sabem onde estão e acham que são os verdadeiros donos da "cocada preta", existem ainda aqueles que só sabem mandar um abraço aqui outro ali e quando cai em suas mãos um texto para ler de "bate pronto" mostram que não estão prontos para estar no local em que lhes deram de graça ou em pagamento de uma divida política. É lamentável como estão fazendo rádio hoje em dia, sei muito bem que intrigas e fofocas existe em todo e qualquer ambiente de trabalho, mas em se tratando de um dos mais poderosos meios de comunicação a coisa poderia ser bem diferente, com mais união entre os que estão militando nos meios radiofônicos, mas como diz o velho ditado popular é "cada um puxando a carne para sua brasa" ou a lei de murici " cada um para si", quando na realidade todos deveriam ser unidos para que a classe fosse fortalecida e mais respeitada como já foi no passado.

Hoje quem está fora de rádio é tratado como marginal por quem está na atividade e sem nenhuma consideração a história de quem na verdade fez o rádio com respeito é hoje jogada no lixo e apagada da vida de quem tenta a todo custo mostrar aos seus "chefes" que são os bambans da sua sintonia. Na realidade ninguém é melhor que ninguém somos todos iguais perante Deus, alguns são diferenciados porque lêem mais procuram se adaptar as novidades de momento, mas nem com tudo isto tem o direito de querer passar por cima dos outros como se fosse um trator desgovernado.

Mas, como já ouvi de certa pessoa ainda na ativa em anos passados e por diversas vezes que para ele conseguir o que queria "passaria até por cima da própria mãe" não me surpreendo mais com tudo que ainda vejo hoje em dia com estes que ai estão. Seria muito bom que hoje fosse um dia para ser comemorado pelos verdadeiros profissionais e não pelos que "puxam saco", "bajulam" ou até mesmo vendem a "alma ao diabo" para continuar nos meios radiofônicos. É triste e lamentável que isto aconteça ainda nos dias de hoje, mas o pior que acontece e com grande frequencia. Na era da informática, da globalização e em pleno Século XXI, mas fazer o que! É como diz certo cidadão "fais paite" (é isto mesmo fais paite e não faz parte) só que desta estou fora e bem fora graças a Deus. Aos verdadeiros profissionais de rádio meus parabéns e meus respeitos, agora aos "picaretas e piratas do rádio" que continuem puxando saco dos patrões que com certeza terão pela frente um futuro "brilhante". Dia da árvore e do radialista, comemorar mesmo o que?"

Autor: Innaldo Sardinha

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MICROFONE - ÉTICA E SEU PODER

"Quando pensei em escrever este artigo, vi um horizonte amplo no campo da comunicação radiofônica; pois a mistura microfone, comunicador e ética são pontos que devem andar juntos para que possamos construir equilíbrio no que podemos chamar de autocensura.

Às vezes o comunicador na sua empolgação não percebe o potencial que possui esse pequeno instrumento (o microfone) no que tange em conduzir informações instantaneamente e acaba atropelando palavras sem observar a força que elas têm e deixa escapar do seu controle o que de melhor deve possuir dentro da profissão, a ética; é de suma importância para o profissional do microfone, saber que ele é um formador de opinião, que existe um universo de ouvintes e que são multiplicadores da mensagem recebida, e como formador de opinião deve-se policiar para não induzir uma comunidade, uma categoria etc. a cometer delitos ou criar situações que possam ferir um bem público, denegrir a imagem de alguém ou até mesmo submeter-se a constrangimentos sem ter conhecimento do que se fez.

É evidente que o uso do poder de formador de opinião deve ser usado, quando para educar, colaborar na fomentação da cultura, da saúde, da sociabilidade, enfim; quando for para o bem da coletividade, pois o profissional do rádio tem um compromisso de responsabilidade social, mas sua postura tem que ser transparente e construída dentro de uma linguagem clara para que seu ouvinte também se informe e forme seus pensamentos de maneira ética, saudável, e coerente.

Hoje milhares de rádios existem no Brasil levando alegria, entretenimento e informação, aproveito aqui para relembrar de programas que marcaram épocas nos tempos áureos da comunicação de rádio tais como: Roquete Pinto, (fundador da primeira emissora de no Brasil) repórter Esso, as radionovelas, os narradores de futebol que serviram de exemplo para muitos como: Waldir Amaral, Jorge Cury, José Carlos Araujo, Osmar Santos, aqui na Bahia posso destacar: Djalma Costa Lino, Nilton Nogueira, dentre tantos outros que se tornaram ícone no ofício dessa profissão."


CRÉDITOS

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